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O que fazer?

Por que visitar Alter do Chão (Santarém)?

Alter do Chão é uma vila de pescadores localizada no oeste do Pará, pertencente à cidade de Santarém, a segunda maior cidade paraense, a pouco mais de 30 km de distância. O acesso à vila, a partir de Santarém, pode ser feito por via pavimentada, PA – 457, ou de barco, pelo rio Tapajós, um percurso que leva cerca de 3 horas. A partir de Belém, são 1.430 km pela BR-230.

Alter do Chão também é conhecida como “Caribe brasileiro”, quando no verão amazônico, de agosto a dezembro, as águas do rio baixam, deixando à mostra uma paisagem única, de praias de águas azuis esverdeadas, mornas e doces, às margens do caudaloso rio Tapajós; caminhadas ecológicas; passeios de barcos para lagos e áreas onde se avistam botos e para a Floresta Nacional do Tapajós. 

O destino vem atraindo cada vez mais viajantes brasileiros e internacionais, parada obrigatória de cruzeiros que navegam pela bacia do Amazonas, uma ótima opção para quem sonha conhecer a Amazônia.

 

Quando ir?

Alter do Chão tem atrações o ano todo. Quem deseja ver a maior parte das praias e curtir as atrações do verão amazônico, deve planejar a viagem de agosto a dezembro, período com semanas ensolaradas, chuvas finas e temperatura média de 25°C, quando o volume de água diminui e formam-se bancos de areia e praias. A Praia do Amor, cartão postal de Alter, fica grande parte do ano visível.  

De fevereiro a junho as águas voltam a subir com o volume de chuvas,  propiciando experiências únicas como passeios de barco em meio às copas de uma floresta alagada.

Eventos e Festas Regionais:

  • Setembro: quando acontece a Festa do Sairé, o mais importante festejo folclórico-religioso  do município de Santarém, que representa lendas como o encontro dos botos Tucuxi e Cor-de-Rosa, com mais de trezentos anos de tradição.

Gastronomia

A culinária regional do Pará é rica em sabores, texturas e tradições! Vale ter um paladar curioso e experimentar de tudo um pouco!

Os pratos locais à base de peixes como Filhote, Pirarucu, o bacalhau paraense, Tucunaré, Tambaqui (geralmente na caldeirada ou na brasa) e o saboroso peixinho Charutinho (servido frito e que se come inteiro) são típicos da região Norte. Conheça também o caruru, ensopado de quiabo com pedações de carne ou de frango.

Não deixe de provar as frutas amazônicas azedinhas como taperebá, bacuri, cupuaçu nas versões suco, mousse, doce e sorvete.

Curiosidades

No verão amazônico, o rio Tapajós chega a baixar 10 metros, fazendo aflorar bancos de areia e cerca 100 km de praias. A paisagem muda a cada seis meses, de acordo no a elevação de água, e proporciona experiências únicas a cada estação.

Até o século 18, Alter do Chão era povoada pelos índios Borari. Hoje essa população conta com aproximadamente 1.100 indígenas que habitam as margens dos rios Tapajós e Maró-Arapiuns, oeste do Pará.

Alter do Chão também é a porta de entrada para outros balneários como, Pindobal e Porto Novo, em Belterra e Ponta de Pedras, em Santarém.

O Lago Verde, também conhecido como a ‘Floresta Encantada’, é uma mata de igapó que, durante o dia, muda da cor azul para verde e fica inundada durante seis meses por ano.

Piracaia é uma tradição de assar o peixe na areia da praia, à noite. 

O nome Alter do Chão é uma homenagem à cidade portuguesa de Alter do Chão, na região do Alto Alentejo, a 13 quilômetros da vila do Crato.

Alter do Chão também é conhecida como a “Pérola do Tapajós”.

Alter do Chão está exatamente no meio do maior aquífero em volume de água do mundo, denominado Aquífero Alter do Chão e está sob parte dos estados do Pará, Amazonas e Amapá.

O pirarucu, um dos peixes mais utilizados na gastronomia da região de Alter do Chão, é o maior peixe de escamas da Amazônia. Ele chega a atingir mais de 2 metros de comprimento e mais de 100 quilos de peso e é comercializado em “mantas” salgadas.

Atrações em Alter do Chão:

Confira mais contéudo sobre Alter do Chão (Santarém) em nosso blog

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